Livros que ampliam os caminhos da aprendizagem
Livros sobre educação, aprendizagem e inclusão

Nesta edição, a seção reúne obras que apresentam diferentes olhares para o desenvolvimento, a aprendizagem e as relações que fazem parte do cotidiano educacional. São livros que passam pelo acolhimento de mães e cuidadores, pela construção de escolas mais inclusivas e criativas e por práticas que valorizam o lúdico, o corpo e as múltiplas formas de aprender.
Entre jogos, brincadeiras, psicomotricidade, formação docente e educação inclusiva, os autores propõem reflexões que aproximam teoria e prática e ampliam a compreensão sobre os processos de aprendizagem. Leituras que mostram como diferentes caminhos podem contribuir para uma educação mais integrada, acolhedora e atenta às singularidades.

“Silenciosamente Forte… E Eu?”
Não é apenas uma obra escrita, é um eco das dores e amores de mães e cuidadores que enfrentam batalhas silenciosas todos os dias. Cada página é carregada de empatia, força e verdade. É leitura, é companhia, é acolhimento.
Aprendizagem integradora e inclusiva – Teoria e prática para uma escola criativa e para todos
Este livro aborda temas sobre escolas criativas, estratégias de ensino e aprendizagem, formação de professores, educação especial, educação em vários níveis. Todos os temas estão ligados a formas de efetivação na escola da teoria da complexidade, da transdisciplinaridade e da ecoformação.

Protocolo lúdico para avaliação psicopedagógica – Utilizando jogos na prática clínica
A obra traz para os leitores um protocolo com jogos que podem ser utilizados no lugar de papéis, cópias e escrita. Não que isso seja utilizado em algum momento! Entretanto, vai agregar no olhar avaliativo, após uma brincadeira, uma troca de sorrisos e uma partida de jogo. Teoria e Prática em Psicomotricidade – Jogos, atividades lúdicas, expressão corporal e brincadeiras infantis.
Teoria e prática em psicomotricidade – Jogos, atividades lúdicas, expressão corporal e brincadeiras infantis
Este livro mostra que, mesmo nas séries mais avançadas, como é o caso dos ensinos Fundamental e Médio, pode-se (e deve-se) pensar no homem completo, construir o homem integral e viver as dimensões da multiplicidade e da biodiversidade. Reconhecer o próprio corpo é a melhor maneira de encontrar o outro.
Por Antônia Figueiredo












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