Teoria sobre a história de Frevo Mulher


Frevo Mulher é um clássico tocado em 10 em cada 10 festas de São João! De letra forte e ritmo contagiante, foi composta por Zé Ramalho, e conta do dilema vivido por uma mulher.

Ela tem vários pretendentes, mas acha que nenhum deles é o amor que procura. E aí vive um dilema: faz o gênero puritana e se guardar para seu amor verdadeiro, correndo ou risco de ficar sozinha.

Zé Ramalho compôs a música em 1980 para ser interpretada por Amelinha, no momento em que iniciavam um romance. A gravadora não acreditou no potencial da música, mas mesmo assim Amelinha gravou.

O sucesso estrondoso de Frevo Mulher

“Frevo Mulher” virou uma febre depois de ser apresentada por Amelinha no Maracanãzinho, no Festival MPB 80, e rendeu à cantora o primeiro Disco de Ouro de sua carreira. A obra é uma das mais tocadas e regravadas de Zé Ramalho.

Como estamos falando de forró, xote, baião, ou seja, dos ritmos que animam as festas em junho e julho, selecionamos dez músicas que alegram qualquer evento:

Olha pro céu São João da Roça
Asa Branca
Baião
Xique-xique
Pau de arara
Pagode russo
Magamalabares
O metropolitano
Confidência
Não há nada igual ao forró

Sai, sai, sai, vai

Oh oh oh

Quantos aqui ouvem os olhos eram de fé

Quantos elementos amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno

Outros verão

Outonos caindo secos

No solo da minha mão

Gemeram entre cabeças

A ponta do esporão

A folha do não-me-toque

E o medo da solidão

Veneno meu companheiro

Desata no cantador

E desemboca no primeiro açude do meu amor

Meu amor, meu amor (sai do chão)

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um, por um por, um

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um.

Quantos aqui ouvem os olhos eram de fé

De fé, de fé

Quantos elementos amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno

Outros verão

Outonos caindo secos

No solo da minha mão

Gemeram entre cabeças

Na ponta do esporão

A folha do não-me-toque

E o medo da solidão

Veneno meu companheiro

Desata no cantador

E desemboca no primeiro açude do meu amor

Meu amor, meu amor (simbora São paulo)

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um

Por um, por um, por um

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um

É quando o tempo sacode a cabeleira

A trança toda vermelha

Um olho cego vagueia

Procurando por um

Tchau, tchau, tchau simbora

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

(Sai)

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô


Por Patrícia Audi


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