Já olhou a previsão do tempo para o fim de semana?


Normalmente as nossas atenções se redobram nos noticiários, tanto nos telejornais, como nas rádios ou na internet, quando lemos ou ouvimos, o(a) moço(a) do tempo falar sobre a previsão meteorológica do dia seguinte ou daquela semana. Sobretudo se a informação for de fortes pancadas de chuvas, ventos fortes ou temperaturas muito altas ou baixas que saiam do convencional. Mas não estamos hoje aqui para falar dos padrões climáticos, mas sim do profissional que faz todo esse estudo, pesquisa, avaliação e análise das variações do tempo, traduzido em previsões. Tudo isso porque hoje (23/3) comemora-se o Dia Mundial da Meteorologia.

Com toda essa mudança climática ou, como mais costumamos ouvir, “enlouquecimento do tempo”, essa área das exatas ganha cada vez mais espaço. Alguém falou exatas e não humanas? Sim, exatas! A pessoa que envereda por essa carreira e pretende se tornar um meteorologista tem que, além de estar com a cabeça entre a terra e as nuvens, gostar muito de Matemática e Física, que são bases iniciais do curso.

Mesmo não sendo uma profissão tão badalada, com as constantes indagações e preocupação mundial com a camada de ozônio e o aquecimento global, esse campo da ciência tem sido bastante valorizado. Para que não se crie um “climão” com ninguém, esse profissional precisa se dedicar de quatro a seis anos para receber o diploma de bacharelado na área, podendo atuar tanto no campo da pesquisa, como no ambiente acadêmico ou na prática direta da previsão do tempo.

Apesar de saber que uma das principais funções do meteorologista é a dedicação ao estudo das ciências atmosféricas, principalmente o clima, esses profissionais também podem atuar ou se tornar professores universitários, pesquisadores, colaboradores na agricultura (agrometereologia), prevendo as melhoras épocas para os plantios e colheitas, além de atuarem na melhoria da tecnologia relacionada ao clima, através de instrumentos de coleta de dados e na exibição digital, política social, recursos hídricos, entre outras.

 

Mercado de trabalho

Mesmo não sendo a cadeira com o maior número de vagas oferecidas pelas universidades, se você tem aptidão pelas exatas, vale pesquisar um pouco mais sobre a formação desse profissional, que está entre nós em todas as estações do ano, até porque, segundo alguns especialistas do mercado, muitas vagas acabam não sendo ocupadas pela falta de profissionais formados na área.


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