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te, e consequentemente para nós que dependemos dele, reduzir o consumo de copos descartáveis em vez de manter uma produção e um consumo sistemá-tico desses produtos.

USO DE ÓLEO COMESTÍVEL PARA A FABRICAÇÃO DE SABÃO

A questão do lixo vem se revelando um dos proble-mas mais graves da atualidade. A reciclagem aparece como uma forma muito atrativa de gerenciamento de resíduos, pois transforma o lixo em insumos, com diversas vantagens ambientais. Pode contribuir para a economia dos recursos naturais, assim como para o bem-estar da comunidade. Embora a tecnologia atual já permita reciclar com eficiência diversos materiais amplamente consumidos, no Brasil, a reciclagem não é ainda um hábito: reciclamos 1,5% do lixo urbano orgânico sólido produzido, 10% da borracha consumi-da, 15% das garrafas pet, 18% dos óleos lubrificantes, 35% das embalagens de vidro e de latas de aço. Os números mais favoráveis estão na reciclagem das la-tas de alumínio, 65%, e na de papel, 71%.

Muitos estabelecimentos (restaurantes, bares, lan-chonetes, hotéis), além de companhias com insta-lações destinadas à alimentação, sem contar as re-sidências comuns, jogam na rede de esgoto o óleo comestível (de cozinha) usado. O óleo, mais leve que a água, fica na superfície, criando uma barreira que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, com-prometendo, assim, a base da cadeia alimentar aquá-tica. Além de gerar graves problemas de higiene e mau cheiro, a presença de óleos e gorduras provoca o entupimento da rede de esgoto, bem como o mau

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