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Jornal Educar: Por Ednaldo Carvalho
Somente muita determinação e a vontade de produzir um veículo útil aos educadores poderiam nos motivar a conseguir que o “Appai Educar” atingisse o nível de interesse que hoje desperta em seu leitor. Recordamos, com entusiasmo, o seu 1º número, publicado em fevereiro de 1997. Na ocasião, já buscávamos definir a sua linha editorial, dando ênfase a matérias de conteúdo técnico que auxiliassem o professor, principalmente na preparação e na condução de sua aula. As sucessivas edições mostraram, através das manchetes estampadas, que estávamos no caminho certo. Tivemos um “feedback” muito importante de vários leitores, que interagiram com a redação, formulando críticas e sugestões, com alto nível de aproveitamento pela equipe editorial. Relembrando as manchetes, de Fevereiro de 97 para cá: “Técnica de Ensino Criativo Motiva Aprendizado”; “MEC Lança Programa de Informática nas Escolas”; “A Construção do Conhecimento na Pré-Escola”; “Inteligências Múltiplas: Tudo Começa Bem Cedo”; “Montessori: 100 Anos Educando para a Liberdade”; “Artes nas Aulas de Português”; “Educação Física com Criatividade”; “Geografia com Mapas e Artes”.Cada uma destas manchetes traz consigo matéria apurada, redigida, revisada, diagramada, impressa e distribuída para os leitores. Além de ser composta pelas matérias principais, cada edição contém outras matérias que geram o mesmo nível de interesse, assim como agendas, sugerindo cursos e seminários, e uma editoria de “Saúde”, de interesse, principalmente, dos que lidam com Educação.
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Em dois anos, evoluímos, passando de 8 páginas, em preto e branco, com uma tiragem de 25 mil exemplares, para 28 páginas, sendo a metade colorida, com 45 mil exemplares. Hoje, o jornal chega não só aos associados da Appai, mas também a todas as escolas do Estado do Rio de Janeiro, das redes públicas e particulares. Cada edição, de fevereiro de 97 até hoje, vem nos inspirando a formular editoriais que expressem nossa preocupação com o ensino. Lembremos: “A Reeleição e a Educação”; “De Ari Quintela a Bill Gates”; “Eu Leio os Livros que Indico?”; “A Força que o Professor Não Sabe que Tem”; “O Brasil, o Analfabetismo e a Globalização Tecnológica”; “Se a Educação Tivesse a Mesma Importância que o Futebol e os Professores Fossem Astros Capazes de Decidirem o Campeonato...”; “Criatividade – Alternativa para se Vencer a Crise no Ensino”; “R$ 600 Milhões a Menos na Educação”.
“Jornal Educar, há dois anos colaborando com o profissional de ensino”. Com este editorial, neste exemplar que você acaba de receber, atingimos um estágio de amadurecimento do jornal, que nos impulsiona em direção às futuras realizações. Somos gratos aos nossos leitores, incentivadores e colaboradores. E, em 1999, quando completarmos três anos de vida, se Deus quiser, o “Educar” continuará à disposição para interagir com os interessados, através de propostas, sugestões e artigos, a fim de tornarmos o jornal ainda mais útil, mantendo este espaço de grande relevância para todos os que se interessam pela Educação no Brasil.
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